O Plano e Orçamento do município de Condeixa para 2018, no valor de 16,8 milhões euros, um aumento de 3,9 milhões em relação a 2017, foi aprovado há dias em reunião da Assembleia Municipal, com os votos favoráveis dos deputados do PS e da CDU e a abstenção do PSD e Bloco de Esquerda.

O concelho de Condeixa deverá estar, dentro de um ano, coberto por planos de gestão florestal, se avançarem as duas zonas de intervenção florestal, cujo processo de constituição está em curso.

Os Bombeiros Voluntários de Condeixa viram ser dado mais um passo para a concretização do “sonho” de construção do novo quartel. Depois do “acordo de vontades” ratificado em Julho, no passado dia 1 de Dezembro, na sessão solene comemorativa do 40.º aniversário da corporação, foi assinado um protocolo entre a associação humanitária e a Câmara Municipal, em que a autarquia se compromete a financiar a obra em dois milhões e 400.000 euros, verba que será disponibilizada em prestações mensais ao longo dos próximos anos.

Os Bombeiros Voluntários de Condeixa, que esta sexta-feira (1) comemoram o 40.º aniversário da sua reactivação, pretendiam assinalar a data com o arranque das obras do novo quartel, cujo terreno para o efeito foi adquirido há um ano, mas a “prenda” desejada não vai chegar a tempo.

Apontada como um “exemplo relevante” da aplicação do investimento comunitário em Portugal, a Dominó, empresa de fabrico e comercialização de pavimentos e revestimentos cerâmicos localizada na Zona Industrial de Condeixa, continua a merecer a atenção dos responsáveis europeus.

A empresa Farmalabor investiu dois milhões e meio de euros na requalificação e modernização da Unidade de Produção Farmacêutica localizada na zona industrial de Condeixa, num projecto financiado por fundos comunitários, cujo ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, inaugurou na passada quarta-feira (15).

O projecto de edificação do parque temático Roma dos Pequenitos, que o executivo municipal de Condeixa quer fazer avançar no mandato que agora se inicia, vai recorrer, pelo menos na primeira das três fases previstas de concretização, a uma tecnologia inovadora assente no reaproveitamento de resíduos de construção e demolição convencionais e sua transformação em novos produtos através da impressão em 3D [três dimensões] robotizada, adiantou ao TERRAS DE SICÓ o presidente da Câmara, Nuno Moita.